Aqui vai um pouco da história da moda, na década de 20, 60 e durante a Ditadura. Isto é para mostrar a
expressão da moda como arte revolucionária que mostra a sociedade e seu esforço para mudar conceitos e injustiças da época.
A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos.
expressão da moda como arte revolucionária que mostra a sociedade e seu esforço para mudar conceitos e injustiças da época.A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos.
As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado.
A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.
No Brasil a moda dos anos 60 entrou na era industrial com as fibra
s sintéticas (náilon, banlon e tergal) fazendo com que os revolucionários não perdessem o vinco.
A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.
No Brasil a moda dos anos 60 entrou na era industrial com as fibra
s sintéticas (náilon, banlon e tergal) fazendo com que os revolucionários não perdessem o vinco. A produção em larga escala exigiu um marketing à altura, bancado pela Rhodia e idealizado pelo publicitário Livio Rangan, que promoveu os primeiros desfiles-espetáculo na Fenit (Feira Nacional da Indústria Têxtil) envolvendo artistas como Volpi e Aldemir Martins na criação das estampas, em verdadeiros shows com roteiro de Carlos Drummond de Andrade, Millor Fernandes e Torquato Neto.
Muito antes da loja Bibba de Barbara Hulanick em Londres, já tínhamos a nossa, inaugurada no dia 15 de novembro de 1960, em Ipanema, por José Luiz Itajahy.
Durante a ditadura brasileira começou-se a utilizar mais o colorido com roupas 'desbundadas', e isto foi a válvula de escape da moda, novamente mostrando que esta, é reflexo da sociedade e do momento histórico que esta atravessa. 
Tudo isto nos mostra que devemos portanto, atribuir extrema importância à moda, pois é uma arte que como todas as outras possui críticas e se rebela, contribuindo muito com a História.

Tudo isto nos mostra que devemos portanto, atribuir extrema importância à moda, pois é uma arte que como todas as outras possui críticas e se rebela, contribuindo muito com a História.
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